quarta-feira, 15 de abril de 2020

Vídeo Aula de Eletricidade com o "Kit para Montar Circuito DC - Lab Virtual"

As Simulações Interativas de Ciência foram desenvolvidas pelo projeto PhET™ da Universidade do Colorado. 

Existem diversas simulações em português que podem ser acessadas gratuitamente. Há Simuladores disponíveis para várias disciplinas, entre elas: Matemática, Química e Física. Veja no vídeo a seguir um exemplo do uso do Simulador para o estudo do Circuito Elétrico Simples de Corrente Contínua:


Vídeo: Montagem do Circuito Elétrico Simples no Simulador PHET




No link a seguir, você poderá acessar as vídeo aulas que foram elaboradas com o uso do Simulador com o nome de "Kit para Montar Circuito DC - Lab Virtual".


Para usar o simulador diretamente no navegador de Internet, você pode acessar o link a seguir:

https://phet.colorado.edu/sims/html/circuit-construction-kit-dc-virtual-lab/latest/circuit-construction-kit-dc-virtual-lab_pt_BR.html

Se preferir fazer o "download" do simulador, acesse o próximo link:

https://phet.colorado.edu/pt_BR/simulation/circuit-construction-kit-dc-virtual-lab

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Manutenção Preventiva - Gestão da Manutenção

A quebra de máquinas causa parada na produção e prejuízos para as empresas. Por isso, é melhor evitar que os defeitos aconteçam.


A manutenção preventiva inclui as ações realizadas para evitar a ocorrência do defeito. É um tipo de manutenção planejada. Deve ser realizada de acordo com as instruções do fabricante do equipamento.


https://www.osha.gov/SLTC/etools/machineguarding/animations/gears.html



terça-feira, 7 de abril de 2020

Manutenção Corretiva - Gestão da Manutenção

A manutenção corretiva é realizada depois que o problema já ocorreu. Tem o objetivo de recolocar o equipamento em funcionamento. Como exemplo, a manutenção corretiva em um automóvel que parou de funcionar devido a um problema mecânico.


https://pt.freeimages.com/photo/car-breakdown-1444955



Uso do Skype para aulas a distância (EAD)


No Skype, alunos e professores podem fazer e receber chamadas de voz e vídeo, além disso é possível compartilhar materiais educacionais. As aulas podem ser ministradas pelo aplicativo disponível no “site” oficial, ou apenas com um navegador de Internet.

Para criar uma conta, basta um número de celular e uma senha. Veja, a seguir algumas orientações para criação de uma conta no Skype usando um navegador de Internet.

domingo, 29 de março de 2020

Tipos de Termopares

Na fabricação dos termopares, são escolhidos um par de diferentes condutores. Na escolha dos condutores, devem ser levados em conta os seguintes fatores:

  • Resistência a corrosão na faixa de utilização;
  • Potência termoelétrica;
  • Homogeneidade dos fios;
  • Os condutores devem desenvolver uma força eletromotriz que seja detectável aos instrumentos de medição.
  • Devem possui uma relação razoavelmente linear entre temperatura e força eletromotriz.


Vídeo: Teste do Termopar com o Multímetro Digital




Os diferentes tipos de termopares são classificados em três grupos:

  • Termopares Básicos
  • Termopares Nobres
  • Termopares especiais

A figura abaixo apresenta um Resumo dos diferentes tipos de Termopares. 



Em seguida, veja quais são as características de cada grupo. 

Termopares Básicos ou Convencionais:

Os termopares Básicos são de maior uso industrial, possuem custo baixo e maior limite de erro.


Exemplo: Termopar Tipo J


No termopar tipo J, o condutor com potencial elétrico positivo é fabricado predominantemente com ligas de Ferro, e o condutor com potencial elétrico negativo é fabricado predominantemente com uma liga metálica chamada de Constantan.


Termopares Nobres:

São feitos com ligas de platina, possuem altíssima precisão e são de custo mais elevado, apresentam menor potência termoelétrica.

Exemplo: Termopar Tipo S.

No termopar tipo S, o condutor com potencial elétrico positivo é fabricado com 90% de Platina e 10% de Rhodio, e o condutor com potencial elétrico negativo é fabricado com 100% de Platina.


Termopares Especiais:

Os termopares especiais são fabricados para suportar altas ou baixíssimas temperaturas.

Exemplo: TUNGSTÊNIO – RHÊNIO

Os termopares de TUNGSTÊNIO – RHÊNIO podem ser usados continuamente até 2300 °C e por um curto período até 2750 °C.


Para saber mais, acesse os links a seguir:






Sensores de Temperatura – Termopares

Vídeo: Como funciona o Termopar?



O termopar é um sensor de temperatura de grande aplicação na indústria, devido a sua simplicidade e variedade. Mas, o que é um termopar?

Um termopar é constituído por um par de diferentes condutores que podem ser ligas metálicas homogêneas ou metais puros. Os fios são soldados em um extremo, ao qual se dá o nome de junta quente ou junta de medição”. Na figura a seguir, podemos ver um exemplo de termopar. A junta de medição está em destaque.


Figura adaptada de: https://www.ryndackcomponentes.com.br/

A “junta quente ou junta de medição” é a parte que fica em contato com o produto ou processo onde se deseja medir a temperatura. Na próxima figura, temos outro exemplo de termopar. Nessa foto o termopar está exposto, mas normalmente o termopar fica dentro de uma proteção metálica ou de cerâmica.




Figura adaptada de: https://ecil.com.br/pirometria-2/termopares/termopar-tipo-k/


Nos manuais técnicos, as vezes os termopares são identificados pela sigla TC.


TC é a sigla para a palavra “Thermocouple” do idioma inglês, que traduzimos como Termopar. Nas figuras abaixo vemos outros exemplos de termopares instalados dentro da proteção metálica na figura a esquerda, e proteção cerâmica na figura a direita.


Figura adaptada de: https://ecil.com.br/pirometria-2/termopares/termopar-tipo-k/


Como funcionam os Termopares?


Entre os dois terminais de um termopar surge uma diferença de potencial (d.d.p) que depende da temperatura. Essa diferença de potencial é muito baixa, geralmente é medida em milivolts ou em microvolts. Por meio de um instrumento eletrônico podemos medir essa tensão elétrica e determinar a temperatura correspondente.







SAIBA MAIS SOBRE O EFEITO SEEBECK



A outra extremidade dos fios é levada ao instrumento de medição de F.E.M. (força eletromotriz), fechando um circuito elétrico por onde flui a corrente. O ponto onde os fios que formam o termopar se conectam ao instrumento de medição é chamado de junta fria ou de referência. Essas ligações são representadas na figura a seguir.




Para saber mais, acesse os links a seguir:


Tipos de Termopares


INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE - SENAI


Sensores de Temperatura - PT 100

sexta-feira, 27 de março de 2020

O que é o Efeito Seebeck?

Na figura a seguir, representamos dois metais diferentes, denominados de Metal "A" e Metal "B". Se ligarmos esses condutores a um voltímetro de "alta precisão", podemos constatar que há uma diferença de potencial elétrico (d.d.p.), mesmo que os condutores não estejam ligados a uma fonte de alimentação.



Da onde vem essa Diferença de Potencial Elétrico?

Essa diferença ocorre porque metais diferentes também possuem diferentes estruturas atômicas, um metal possui mais elétrons livres do que o outro. Então, um deles fica mais negativo do que o outro.

Na figura acima, supomos que o metal B possui mais elétrons livres que o metal A, portanto o metal B está com o potencial mais negativo que o metal A.

Essa diferença de potencial tem influência da temperatura. É possível determinar a temperatura por meio da medida da d.d.p. entre os condutores. Os termopares são fabricados com essa finalidade.

Na próxima figura, representamos esses dois condutores soldados nas suas extremidades formando duas junções. As duas junções estão submetidas a diferentes temperaturas: T1 e T2. Entre as duas junções foi conectado um amperímetro de alta precisão.



Mantendo as junções em temperaturas diferentes, observa-se que o amperímetro indicará uma corrente elétrica fluindo no circuito. Esse fenômeno é conhecido como Efeito Seebeck e foi descoberto em 1821 pelo cientista Thomas Johann Seebeck.

“O efeito Seebeck é a produção de uma diferença de potencial (tensão elétrica) entre duas junções de condutores (ou semicondutores) de materiais diferentes quando elas estão a diferentes temperaturas (força eletromotriz térmica)”.  Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_Seebeck 

No vídeo disponível no link, a seguir há uma interessante demonstração do efeito Seebeck. O professor Luiz Antônio de Oliveira Nunes, do Instituto de Física de São Carlos, monta um termopar com as duas junções em diferentes temperaturas e demonstra que há circulação de corrente capaz de desviar a agulha de uma bússola.



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